Supondo que a esposa estivesse esperando o marido entrar em casa para matá-lo, e quando a porta se abre ela atira e mata a pessoa que entrava. Porém, na verdade era um assassino querendo entrar na casa para matá-la. Nesse caso, aplica-se o erro sore a pessoa e considera-se a vítima visada (Marido/teoria da equivalência) ou poderá ser reconhecida a legítima defesa, mesmo que ela não tivesse conhecimento da injusta agressão?
:: Dúvida sanada ::
"Para que se possa falar em legítima defesa não basta só a presença de seus elementos de natureza objetiva, elencados no art. 25 do CP. É preciso que, além deles, saiba o agente que atua nessa condição, ou, pelo menos, acredita agir assim, pois, caso contrário, não se poderá cogitar de exclusão da ilicitude de sua conduta, permanecendo esta, ainda, contrária ao ordenamento jurídico.
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Assim, concluindo, necessário se faz à caracterização da legítima defesa o chamados animus defendendi, traduzido no propósito, na finalidade de defender a si ou a terceira pessoa.”
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Assim, concluindo, necessário se faz à caracterização da legítima defesa o chamados animus defendendi, traduzido no propósito, na finalidade de defender a si ou a terceira pessoa.”
Fonte: Rogério Greco
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